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SERIAL KILLER



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Francisco das Chagas Rodrigues de Brito



O mecânico Francisco das Chagas Rodrigues de Brito, nascido em 1965, é acusado de ter matado 42 meninos nos municípios maranhenses de São Luís, Paço do Lumiar e São José de Ribamar e em Altamira no Pará. Francisco das Chagas levava os moleques para o meio do mato. Depois ele estrangulava. Ele emasculava as crianças. Ele punha a cabeça sempre perto de uma árvore chamada tucum. Ele colocava a genitália em cima da cabeça próximo ao tucum. E se tivesse tucum à direita ou a esquerda ele esticava os braços da criança e amputava um ou dois dedos. Em alguns ele cortava o dedo, em outros não. Esse era o ritual dos crimes cometidos por Chagas. O psiquiatra e legista do tribunal disse que Chagas falou que uma entidade aparecia e mandava ele fazer essas coisas. A série de assassinatos, ocorridos entre 1991 e 2003, ficou conhecida como o Caso dos Meninos Emasculados e teve repercussão internacional. Meninos, com idade entre 8 e 14 anos, foram seqüestrados e castrados na cidade de Altamira, localizada a 777km de Belém. Segundo o Ministério Público, os crimes que aconteceram entre 1989 e 93 pareciam ter sido motivados por rituais de magia negra. As crianças encontradas, mortas ou vivas, estavam nuas, algumas com orifícios de arma de fogo, queimaduras de cigarro, olhos arrancados, pulsos cortados, órgãos sexuais extirpados cirurgicamente, sofreram abuso sexual e sevícias. De setembro de 91 a dezembro de 2003, 34 meninos com idades entre 9 e 15 anos foram assassinados e submetidos a atos de violência sexual em áreas periféricas dos municípios que compõem a Ilha de São Luís (um dos casos ocorreu na cidade de Codó, a 291 quilômetros de São Luís). Em 11 casos, os meninos tiveram comprovadamente os órgãos genitais extirpados. Muitas vezes os corpos foram encontrados em matagais, nas comunidades da periferia de São Luís. Nos casos de Altamira, os meninos também tiveram as genitálias mutiladas. Da mesma forma que no Maranhão, os corpos das vítimas também foram desovados em matagais. Altamira, no Pará, e São Luís, no Maranhão, estão separadas por 1,3 mil quilômetros. Nessas duas cidades, entre 1989 e 2003, com raros intervalos, o maior deles em um ano, quase 50 meninos foram atacados e castrados. Apenas três sobreviveram. Os crimes de Altamira ficaram conhecidos nacionalmente. No mais longo julgamento da história do País, iniciado em 11 de novembro e encerrado em 5 de dezembro de 2003, seis réus enfrentaram um júri popular, sob a acusação de emascular e assassinar os meninos, crianças e adolescentes, em rituais satânicos. Apontada como líder da seita Lineamento Universal Superior (LUS), a paranaense Valentina de Andrade foi absolvida por falta de provas. Outros acusados acabaram condenados. Anísio Ferreira de Souza, Médico, foi condenado a 77 anos de reclusão pela participação em três assassinatos e duas tentativas de homicídio. Em 15 de dezembro de 2004, recebeu Hábeas Copus do Supremo Tribunal Federal, podendo aguardar em liberdade o julgamento dos recursos em que contestavam a condenação. Teve a prisão decretada em abril de 2005, quando a Justiça manteve a sentença. Está foragido; Césio Flávio Caldas Brandão, Médico Ginecologista, foi condenado a cumprir 56 anos de prisão em regime fechado pelo envolvimento em três homicídios triplamente qualificados e por uma tentativa de homicídio. Em 25 de novembro de 2004, obteve liminar em Habeas Corpus para continuar em liberdade até o trânsito em julgado da sentença que o condenou. Ele está foragido; Carlos Alberto Santos Lima, ex-policial militar. Foi considerado culpado pelo Tribunal do Júri por um homicídio e duas tentativas, recebeu 35 anos de prisão. Em 06 de janeiro de 2005, Teve seu pedido de extensão de liminar em Habeas Corpus negado pelo Supremo Tribunal Federal; Aldenor Ferreira Cardoso, Ex-cabo da polícia militar do Pará. Aparece no processo como um dos réus, mas não foi julgado, já que ninguém sabe de seu paradeiro. Há a suspeita de que esteja morto; José Amadeus Gomes, Comerciante, foi condenado a 56 anos de reclusão por três homicídios. Teve seu pedido de extensão de liminar em Habeas Corpus negado pelo Supremo Tribunal Federal em janeiro de 2005; Amaílton Madeira Gomes, Fazendeiro, foi condenado à pena de 32 anos de reclusão, em regime integralmente fechado, pelos crimes de homicídio qualificado e duas tentativas de homicídio. Teve a prisão decretada em abril de 2005, quando a Justiça manteve a sentença. Está foragido e a já citada Valentina de Andrade, Autora do livro 'Deus, a grande farsa'. Depois do julgamento mais longo da história do Tribunal de Justiça do Pará, foi absolvida em 05 de dezembro de 2003, pela maioria de seis votos contra um. As investigações indicam que todos seriam membros de uma associação (L.U.S. é uma Associação Civil Sem Fins Lucrativos), com sede na Argentina. As sentenças aplicadas aos acusados somam as penas dos crimes atribuídos a eles. Pelas leis brasileiras, porém, o período máximo de detenção é de 30 anos. No Maranhão, a polícia havia indiciado outros seis cidadãos. Um deles, o vigia Robério Ruiz, foi condenado a 19 anos pela morte de dois menores. A principal peça de acusação contra Ruiz é que ele era vigia e namorava a mãe de uma das vítimas e era visto freqüentemente na companhia do garoto. Antes, era impossível fazer conexões entre as tragédias do Pará e do Maranhão. Até que, numa manhã de março de 2003, o mecânico Francisco das Chagas começou a falar. Preso no fim de dezembro pela morte de Jonnathan Vieira, Chagas, depois de muito relutar, confessou o ataque a 44 meninos nas duas cidades, 30 em São Luís e 14 em Altamira. Do total de vítimas, apenas três teriam sobrevivido, segundo os relatos do mecânico. O delegado João Carlos Amorim Diniz, da Polícia Civil do Maranhão, colheu mais de 60 horas de depoimentos do matador. Ao delegado Diniz e em entrevista exclusiva a CartaCapital, Francisco das Chagas contou como escolhia, matava, castrava e arrancava outras partes do corpo das suas vítimas. O serial killer disse “se tem gente presa no Pará e no Maranhão por esses crimes, estão presos em vão, são presos inocentes”. O delegado Diniz não tem dúvidas. Para ele, o mecânico matou e castrou meninos nos dois estados durante 14 anos, período em que aperfeiçoou seu estilo e deixou rastros de difícil percepção. Diniz juntou várias peças do quebra-cabeça. E só não foi mais fundo pelo fato de pertencer à polícia do Maranhão e ter, portanto, limitações para investigar em território paraense. Com o que reuniu, o delegado não tem medo de afirmar que “é claro que faltam investigações no Pará, mas é difícil encontrarem muito mais do que já conseguimos com as confissões de Chagas e as apurações que a equipe fez. Pelo método e pelas datas, está clara a relação entre os casos”. Escalado, em abril de 2003, para apurar as mortes, que por mais de uma década espalharam terror na periferia de São Luís, Diniz, à frente de uma reduzida equipe, formada por um policial federal, um civil e um militar, refez inquéritos, cruzou dados, montou o perfil psicológico do possível serial killer e traçou seu “território” de ação. Nada deixou de ser checado, nem depois das confissões de Francisco das Chagas. O assassino, nascido em Codó (MA), afirma ter vivido em Altamira de 1977 até o fim de 1993. Em 1991 e 1992, teria passado alguns meses em São Luís como acompanhante de uma tia submetida a tratamento médico. No início de 1994, de acordo com declarações à polícia, mudou-se em definitivo para a capital maranhense. Os crimes em Altamira começaram em 1989 e cessaram em 1993. Há pequenas pausas nos anos de 1991 e 1992, que, segundo o delegado Diniz, correspondem aos períodos em que Chagas afirma ter passado no Maranhão. Em São Luís, as mortes e as emasculações tiveram início em 1991, mas só se tornaram freqüentes a partir de 1994, quando o serial killer diz ter saído do Pará para se instalar na cidade. As confissões de Francisco das Chagas reacenderam as disputas em torno das emasculações no Pará. O advogado Cláudio Dalledone, que defende Valentina de Andrade e o médico Césio Brandão, condenado a 56 anos de prisão por suposta participação nos crimes, apóia-se nessas e em outras evidências para pedir a revisão dos julgamentos, para ele “as condenações em Altamira são um dos erros mais clamorosos da Justiça. Levantei a hipótese de que tudo poderia ser ação de um serial killer, mas não quiseram saber. O objetivo era condenar com base na hipótese absurda dos rituais satânicos”. As famílias das vítimas, o Ministério Público e a Promotoria resistem à tese, mesmo com as revelações de Chagas. No máximo, admitem a hipótese de o mecânico fazer parte da LUS. É o que afirma Rosa Pessoa, presidente da Associação dos Familiares das Vítimas e mãe do menino Jaenes, encontrado morto e emasculado em 1992. Rosa desabafou a CartaCapital, ela disse que “Francisco das Chagas é mais uma farsa, talvez para desviar a atenção sobre a Valentina e tentar inocentar quem já foi condenado”. O crime que levou a detenção de Chagas foi o assassinato de Jonnathan Silva Vieira, de 15 anos. Chagas foi julgado a primeira vez por esse assassinato, em 2006. O crime aconteceu em 6 de dezembro de 2003, último dia em que o adolescente foi visto com vida, no município de São José de Ribamar. O mecânico é considerado pela Justiça do Maranhão o maior serial killer do Estado de todos os tempos e um dos principais do país pelo número de vítimas e o tempo de ação dos crimes. O julgamento de Chagas aconteceu sob um forte esquema de segurança. Todas as pessoas que transitaram pelo local tiveram de apresentar credenciais e foram revistadas por policiais militares, inclusive os profissionais de imprensa. Depois de três dias de julgamento, o mecânico de bicicletas foi condenado pelo Tribunal do Júri a 20 anos e oito meses de prisão por homicídio duplamente qualificado. Em depoimentos aos promotores de Justiça, Francisco das Chagas não assumiu a emasculação dos menores (extirpação da genitália). Segundo a promotora Geraulides Mendonça, o que ficou claro em todo o trabalho de investigação é que Chagas não escolhia as vítimas. “Ele escolhia era a oportunidade da execução dos crimes, sempre observando a segurança pessoal e as possibilidades de êxito”, declarou. Para a polícia, o mecânico não assume o aspecto sexual dos crimes, mas afirma que foi ele quem derrubou e estrangulou as vítimas. “Eu não passo para o outro lado”, disse o acusado aos policiais, quando confrontado com os detalhes da emasculação. Em depoimentos, Francisco das Chagas disse que, do momento dos assassinatos dos meninos, só conseguia se lembrar que sentia um grande mal-estar. Ele contou que, quando retomava a consciência, a criança ou adolescente já estava no chão e o crime consumado. Ele também nunca explicou o motivo dos crimes. A promotora Geraulides Mendonça ressaltou que todas as confissões só aconteceram quando o mecânico Francisco das Chagas foi confrontado com provas irrefutáveis e depois que lhes foram dadas garantias pessoais. “Não se fez nenhum tipo de pressão de ordem física ou psicológica. Foi preciso estabelecer uma relação de confiança entre o acusado e a equipe de investigadores para que as confissões acontecessem”, observou à promotora. Em 2008 Chagas foi julgado pela morte do adolescente Rafael Carvalho Carneiro, em 1997, e condenado a 29 anos de prisão por homicídio triplamente qualificado e mais dois anos por ocultação e obstrução de cadáver. Na época do crime, a vítima de 15 anos foi asfixiada e teve o corpo escondido no alto do Turu, bairro onde morava, em São José de Ribamar, no Maranhão. Para o Ministério Público, as provas apresentadas e a confissão do réu eram suficientes para uma condenação. Ele foi condenado a 34 anos de prisão pelo assassinato do adolescente de 13 anos Wilson Frazão Sena. E mais 30 anos pela morte de Emanuel Diego de Jesus Silva, de 15 anos de idade.Em 2009, Chagas foi foi condenado a mais 63 anos de prisão pelo assassinato de Júnior César Pereira de Melo e de Nonato Alves da Silva. Os homicídios envolvendo Júnior César e Nonato Alves aconteceram em 2000. Na época, as vítimas tinham 10 e 11 anos respectivamente. Durante o julgamento, Francisco das Chagas alegou que confessara os crimes sob tortura da Polícia Civil do Maranhão. O promotor de Justiça, Carlos Henrique, porém contestou a alegação de Francisco das Chagas com a apresentação de um vídeo no qual o acusado confessa com detalhes a forma como atraiu a atenção dos garotos e como cometeu os dois homicídios. Em três anos, essa foi a sexta condenação de Francisco das Chagas por oito dos seus homicídios de crianças e adolescentes conhecidos internacionalmente como "caso dos meninos emasculados". Ao todo, com essa sentença, Chagas, que é considerado um dos maiores serial killers do Brasil, já foi condenado a 223 anos e dois meses de prisão. Nesse julgamento ele falou pela primeira vez sobre o que o teria levado a cometer assassinatos em série: diz ter sofrido abusos sexuais. Ao juiz, Chagas disse que aos sete anos havia sido violentado por um homem que identificou apenas como Carlito, empregado de sua avó. “Quando via os meninos parecia que era o Carlito que estava na minha frente.” Segundo o promotor Samarone de Sousa Maia, o fato de ele ter sofrido abuso sexual na infância não mudará a maneira como o caso será conduzido. O advogado de defesa, Erivelton Lago, centrou sua tese nos problemas de infância, como as surras que levava da avó, alegando a inimputabilidade do réu, o que permitiria a ele não ir para um presídio. Francisco das Chagas está preso desde 2003, quando foi acusado de envolvimento na morte do adolescente Jhonathan Vieira. Alguns meses depois, ele confessaria este e outros 41 crimes contra meninos ocorridos no Maranhão e Pará. Em vários depoimentos, porém, Francisco das Chagas confessou que começou a assassinar crianças e adolescentes em 1989, em Altamira. No Maranhão, as mortes e emasculações começaram a partir de 1991. E, em todos os casos, Chagas admitia que atraía as crianças e adolescentes e matava por estrangulamento ou enforcamento e depois ele retirava, com uma faca, os órgãos genitais das vítimas. "Era uma força exterior", explicava nos depoimentos. Os assassinatos dos menores na capital maranhense teriam ocorrido na zona rural da Grande São Luís, sendo que a Polícia Civil e o Ministério Público Estadual conseguiram reunir indícios que comprovam a autoria dos crimes cometidos pelo mecânico Francisco das Chagas. Há 14 processos contra o mecânico tramitando na comarca de São José de Ribamar. Sete na 1ª Vara, referentes aos assassinatos de meninos com idade entre 9 e 15 anos ocorridos entre 1996 e 2004, e os demais na 2ª Vara, nos quais há nove vítimas e os crimes datam do período de 1997 a 2003. Na comarca de Paço do Lumiar, tramitam nove processos contra Chagas, em um total de 10 vítimas, meninos entre 10 e 14 anos, cujas mortes ocorreram entre 1991 e 2002. Para o assistente de acusação, Clodomir Araújo Jr., não havia possibilidade de alguém ter agido sozinho. Primeiro, porque os sobreviventes teriam percebido a presença de vários algozes. Depois, porque houve relatos de que os cortes dos órgãos genitais teriam sido “cirúrgicos”. Entre os condenados por participação nos rituais satânicos havia dois médicos: Césio Brandão e Anísio Ferreira de Souza. Segundo Araújo “a dor que sofre um emasculado é grande, mas eles dizem não ter sentido nada. Sinal de que foram dopados e anestesiados. Há outras testemunhas que ligam os acusados aos crimes. A confissão de Chagas não nos convenceu”. Só uma investigação mais detalhada no Pará esclarecerá essas e outras dúvidas. Francisco das Chagas passou dez dias em Altamira em junho. Nessa visita, o maníaco apontou um dos locais de desova das vítimas. A polícia encontrou duas ossadas, mas espera o resultado dos exames para esclarecer se elas são ou não humanas. Caso se confirme que os restos são humanos, a perícia fará testes de DNA com familiares de meninos desaparecidos. De acordo com os advogados de acusação, os sobreviventes não reconheceram Chagas pelas fotos e imagens de tevê. Essas impressões são, porém, insuficientes para descartar a culpa do serial killer. Submetidas a uma violência brutal e sob forte pressão psicológica, as vítimas já erraram antes. Em 1990, alguns meninos reconheceram o morador de rua Rotílio de Souza como o adulto que os teria atacado. Apelidado de o Monstro de Altamira, Souza foi encontrado morto na delegacia da cidade em circunstâncias misteriosas poucos meses depois de sua prisão. Quando a tese de ritual satânico ganhou força, o morador de rua foi inocentado, mas já era tarde demais. Há, portanto, que se ter ainda mais cuidado com toda e qualquer hipótese nessa trágica história até que surjam provas definitivas e irrefutáveis. As descrições a respeito de anestesias e “cortes cirúrgicos” também necessitam de provas mais sólidas. Um dos pontos nos quais a acusação se baseia, a tese não encontra nos inquéritos apoio suficiente para se sustentar. Faltam, por exemplo, laudos técnicos que confirmem a versão. Uma apuração mais detalhada permitiria também checar as divergências sobre a lista de crimes. Chagas diz ter atacado 14 meninos em Altamira e matado 11. Os advogados das famílias das vítimas relacionam 19 casos, entre mortos, desaparecidos e sobreviventes. O que provocaria a diferença é uma hipótese de que a acusação tenha relacionado episódios que nada têm a ver com os crimes de emasculação. Dois dos cinco sobreviventes apenas sofreram abordagem de um adulto. Não foram emasculados nem sequer levados a um local ermo. Há cinco desaparecidos, mas é impossível dizer se estão mortos ou se foram vitimados pelo mesmo matador ou grupo de matadores. O exame de DNA nas ossadas apontadas por Chagas será uma das oportunidades para esclarecer esse ponto. Dos 19 nomes na lista, só 12, por enquanto, se encaixariam perfeitamente na série de crimes de emasculação. Outra coincidência a favor da tese de que o serial killer é o autor dos ataques: na lista dos parentes das vítimas, os três primeiros menores sobreviveram. Chagas afirmou a CartaCapital que, nos três primeiros ataques, a “coisa mandou que ele deixasse os meninos viverem”. Se, por um lado, a prisão do serial killer não abalou a convicção das famílias de Altamira, por outro, reacendeu a esperança dos condenados no julgamento do fim do ano passado. O médico Césio Brandão espera, por exemplo, que a Justiça paraense reavalie o seu caso. Ela afirmou: “Estou pagando por crimes que não cometi. O que me mantém vivo é a fé em Deus e a esperança da minha mulher e dos meus filhos”. Nos bastidores da Justiça, a batalha continua. O advogado Dalledone quer anular o julgamento de Brandão. Já a acusação tenta colocar Valentina de Andrade de novo no banco dos réus. Em dezembro, jurados que absolveram a líder da LUS tiveram contatos entre si e com cidadãos que não integravam o júri, o que é proibido. Depois da denúncia sobre esses encontros, um funcionário do tribunal foi demitido e a Promotoria passou a defender a anulação do julgamento. Até a Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados entrou na disputa. Policiais, promotores, juízes e advogados dos dois Estados foram convocados para expor suas posições em Brasília. Em seguida, representantes da Comissão deverão visitar Belém e Altamira. As vítimas e possíveis vítimas do maníaco seriam: Em 2 de agosto de 1989, J.S.M. de 8 anos, sobreviveu. Por muito tempo foi tido como morto, pois, depois do seu desaparecimento, foi encontrada uma ossada próxima ao antigo aeroporto da cidade. Em 93, foi localizado por um repórter de TV. Até hoje a delegacia de Altamira não tem registro do caso; Em 16 de novembro 1989 Otoniel Basto Costa, de 10 anos, sobreviveu. Foi abordado por um homem numa bicicleta que o chamou para comer mangas. Depois de andar bastante, o homem colocou uma camisa com "cheiro forte" no rosto dele fazendo-o desmaiar. Quando despertou, percebeu que sangrava entre as pernas. Ainda vive em Altamira com a mãe, e se submete a tratamento psicológico e de reconstrução peniana; Em 23 de julho de 1990 Waldicley de Oliveira Pinheiro, de 9 anos, sobreviveu. Um desconhecido o chamou para retirar uma pipa que estava presa em uma árvore. Na mata, um pano foi colocado no rosto dele e o menino desmaiou. Foi violentado sexualmente e emasculado. Acordou e conseguiu encontrar ajuda; Em 20 de janeiro de 1991 Tito Mendes, de 13 anos, desapareceu. Ele estava tomando banho no igarapé Três Pontes. Mais tarde saiu para comprar mangas. Uma senhora disse tê-lo visto em companhia de um homem. O menino continua desaparecido; Em 5 de maio de 1991 Ailton Fonseca, de 10 anos foi assassinado. Sua ossada foi encontrada 46 dias após o desaparecimento. A polícia de Altamira encaminhou os restos mortais ao IML de Belém, onde a ossada desapareceu sem que o laudo tivesse sido feito; Em 13 de maio de 1991 A.C.O.S., de 12 anos, sobreviveu. Foi agarrado por um homem que encostou uma arma em suas costas. O homem o levou para uma mata próxima, onde o menino foi amarrado em uma árvore pelos punhos e tornozelos. Ao ficar sozinho por algum tempo, conseguiu se desamarrar e fugir; Em 21 de agosto de 1991 J.C.B., de 8 anos desapareceu. No dia seguinte ao seu desaparecimento, o avô deu parte na polícia. Apesar da semelhança com outras ocorrências, a polícia deu o caso como encerrado “por falta de pistas”; Em 1 de janeiro de 1992 Jurdiley da Cunha de 13 anos foi assassinado. Desapareceu em uma festa de confraternização em uma chácara. Seu corpo foi encontrado dois dias depois. Estava com a garganta cortada, nu, emasculado, com sevícias sexuais, perfurações e marcas de queimaduras de cigarro; Em 11 de abril de 1992 Ednaldo de Souza Teixeira, de 12 anos, foi assassinado. Morto por afogamento. Seu corpo foi encontrado em um poço artesiano, seviciado e com escoriações no pescoço, além de marcas de espancamento; Em 1 de outubro de 1992 Jaenes da SIlva Pessoa, 13 anos foi assassinado. Foi visto pela última vez quando cuidava do gado da família. O corpo foi encontrado dois dias depois, emasculado e com marcas de abuso sexual. Teve os olhos arrancados e o pulso dilacerado. Foram encontrados também sinais de tortura. Este foi o único inquérito policial concluído; Em 13 de novembro de 1992 Klebson Ferreira Caldas, 13 anos foi assassinado. Encontrado morto e emasculado em 17 de novembro. Estava desfigurado e despido, com sinais de sevicias; Em 22 de novembro de 1992 S.F.S., 13 anos, sobreviveu. Ao retornar da escola, foi ameaçado com uma arma e colocado em um fusca por 3 homens. Conseguiu fugir quando pararam o carro em um matagal; Em 27 de dezembro de 1992 Maurício Farias de Souza, 12 anos, desapareceu. Saiu de casa para buscar dinheiro com uma senhora com quem trabalhava. Foi visto saindo da cidade com um homem que pedalava uma bicicleta vermelha. Nunca mais foi visto; Nos últimos dias de1992 R., 14 anos, sobreviveu. Ludibriado enquanto trabalhava como engraxate. Levado para a periferia da cidade conseguiu fugir. No ano seguinte, o irmão de R. desapareceu no mesmo local; Em 24 de janeiro de 1993 Renan Santos de Souza, 9 anos, desapareceu. Saiu de casa para tomar banho no rio Xingu. Foi visto mais tarde em companhia de dois homens; Em 27 de março de 1993 Flávio Lopes da Silva, de 10 anos foi assassinado. Última vítima fatal incluída no processo. Seu corpo foi encontrado dois dias depois num local afastado com sinais de sevícias e ferimentos nos órgãos genitais. Marcas de dentes humanos pelo corpo. Teve a glande decepada e parte da bolsa escrotal arrancada; Em 14 de agosto de 1993 G.S., 14 anos, sobreviveu. Três homens em um fusca branco tentaram agarrá-lo pela janela e colocar um lenço com forte perfume em sua face. Ele conseguiu fugir; Em 9 de julho de 1993 R.F.S, de 11 anos desapareceu. Deixou sua caixa de engraxate no supermercado Alvorada, como de costume. Nunca mais foi visto. Ele é o irmão de R. que conseguiu escapar dos seqüestradores meses antes e em 27 de julho de 1993, G.F.L., de 12 anos sobreviveu. Em frente à escola, um desconhecido o segurou pelo braço e o ameaçou com uma arma. Obrigado a entrar em um ônibus com destino a Itaituba, conseguiu escapar em uma parada na cidade de Placas. Essas foram apenas às vítimas do Pará. Há muitas semelhanças e indícios de relação entre os casos dos Meninos de Altamira e dos Meninos Emasculados do Maranhão. Em setembro de 1991, foi encontrada a primeira vítima maranhense, Ranier Silva Cruz, 10 anos, morador da Vila Nazaré, no Maiobão. Ranier desapareceu em 11 de setembro de 91 e foi encontrado seis dias depois nas Matas do Sítio Paranã, também no Maiobão, com órgãos genitais extirpados, perfurações nas costas, vários hematomas, olhos e lábios lesionados por instrumento pontiagudo e cortante. Ele tinha perfurações nas costas e o corpo estava coberto com palhas; Jontelvane havia desaparecido em 7 de setembro de 1991, perto de 3 Mangueiras, em Mercês, foi encontrado algum tempo depois, não se sabe ao certo a data da morte; Em 12 de outubro de 1991 Antônio Reis da Silva foi encontrado no Batatã com órgãos genitais extirpados; Em 20 de novembro de 1991 Carlos Wagner dos Santos Souza foi encontrado no Maiobão com os órgãos genitais arrancados a dentadas e o ânus dilacerado; Em 9 de dezembro de 1992 Ivanildo Souza Póvoas foi morto em Paço do Lumiar, ele teve as mãos dilaceradas e os órgãos genitais extirpados; Em 6 de janeiro de 1992 Cleiton Lima Conceição sofreu abuso sexual, teve o pescoço torcido e foi afogado antes de morrer; Em 6 de março de 1992 Bernardo Rodrigues da Costa foi mutilado e teve os órgãos genitais extirpados no Maiobão; Em 1994 um desconhecido foi morto no Parque Vitória e teve o corpo parcialmente queimado, usava sandálias japonesas azuis que estavam parcialmente queimada; Em 24 de março de 1996 Nerivaldo dos Santos Ferreira foi morto no Maiobão, teve os testículos decepados e o crânio fraturado com golpes de facão; Em dezembro de 1996 Jailson Alves Lima foi morto em Santana; Em 16 de janeiro de 1997 Acácio José de Andrade Pereira foi morto a pauladas em São José de Ribamar. Ele sofreu abuso sexual e traumatismo craniano; Em 9 de junho de 1997 Raimundo Nonato da Conceição Filho e Eduardo Rocha da Silva foram mortos em Paço do Lumiar, tiveram os órgãos genitais extirpados, foram completamente mutilados, tiveram os corpos queimados e o pescoço quebrado, além de terem sidos violentados; Em 17 de outubro de 1997 Josemar de Jesus Batista foi morto em Santana e teve os orgãos genitais mutilados e as mãos decepadas com faca; Em 25 de outubro de 1997 Rafael Carvalho Carneiro foi morto em Itapiracó e teve os órgãos genitais mutilados; Em 13 de junho de 1998 Werbeth Menezes Pereira foi morto na Cidade Operária; Em 18 de julho de 1998 Júlio César Pereira Melo foi morto em Ubatuba; Em 28 de junho de 1998 Nonato Alves Silva foi morto em Ubatuba; Bernardo da Silva Modesto foi morto em 25 de agosto de 1998 em Nova Jerusalém, Paço do Lumiar; Dois não identificado foram encontrados em 1999, um próximo a Nova Jerusalém e outro em junho no Sítio Cel. Riod; Em 18 de agosto de 2000 Sebastião Ribeiro Borges foi morto em Santana; Em 7 de setembro de 2000 Raimundo Luís Sousa Cordeiro foi morto em Mata Grande. Causa da morte indeterminada, foi encontrado deitado sem roupa e de bruços com o braço sobre o corpo de Hermógenes Colares que sofreu traumatismo craniano, perfurações no corpo e estava deitado sem roupa e de bruços; Evanilson Cantanhede Costa desapareceu no Bairro Espaço Sideral em 1997 e foi encontrado em Itapiracó em 2000; Laércio Silva Martins sumiu de Maiobão e foi encontrado em Vassoural no dia 5 de maio de 2001, também mutilado; Em 8 outubro 2001 Welson Frazão Serra foi assassinado em Vassoural/Codó. Encontrado morto debaixo de um coqueiro, a poucos metros de um Tuncunzeiro com o dedo médio da mão direita cortado, o corpo estava coberto de folhas de palha de pindoba. Ele estava de bruços, asfixiado, o crime ocorreu em outro local, ele foi violentado, tinha terra nos pulmões, nariz e boca; Em 19 de outubro de 2001 Diego Ruan da Silva foi morto em Codó. Violentado e estrangulado, teve os genitais extirpados com uma faca de cozinha. Foi encontrada uma corda no local; Edvan Pinto Lobato foi morto em 15 de fevereiro de 2002 em Thiago Aroso, Estrada da Maioba. Seu corpo foi encontrado com os órgãos genitais extirpados e o dedo médio da mão esquerda arrancado com instrumento cortante. Havia sinais de violência sexual. O corpo do menino foi localizado em uma construção abandonada às margens da estrada que dá acesso a Paço do Lumiar coberto por tijolos; Emanoel Diego de Jesus Silva foi morto em março de 2002 e foi encontrado numa vala perto da casa de Chagas; Daniel Ribeiro no dia 10 de fevereiro e Diego Gomes Araújo em junho, foram mortos na casa de Chagas, na Vila Zé Reinaldo, em 2003. Também em 2003 Alexandre Gonçalves em 12 de outubro e Jonnathan Silva Vieira em 6 de dezembro foram mortos em São Braz Macaco




 



Juan Corona Juan Corona

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The Machete Murderer: O Assassino Machete:

Juan Corona was a labor contractor who hired migrant workers for produce fields in California. Juan Corona era um empreiteiro que contratou o trabalho dos trabalhadores migrantes para produzir campos na Califórnia. In a murder spree lasting six weeks, he raped and murdered 25 men and buried their machete-hacked bodies in the orchards owned by local farmers. Em uma onda de assassinatos que durou seis semanas, ele estuprou e matou 25 homens e seus corpos enterrados catana cortou-nos pomares de propriedade de fazendeiros locais.

Diagnosed With Schizophrenia: Diagnosticado com esquizofrenia:

Juan Corona (born 1934) moved from Mexico to Yuba City, California in the 1950s to work as a produce field-worker. Juan Corona (nascido em 1934) se mudou do México para Yuba City, na Califórnia na década de 1950 para trabalhar como produzir trabalhador do campo. Corona, diagnosed with schizophrenia, managed to work up through the ranks despite his illness. Corona, com diagnóstico de esquizofrenia, conseguiu trabalho através das fileiras, apesar de sua doença. In the early 1970s, he moved from the field into a contractor's job and hired workers for the local Yuba City growers. No início dos anos 1970, mudou-se do campo para o trabalho de um empreiteiro e os trabalhadores contratados para as populações locais os produtores de Yuba City.

The Hired Help: O Contratado: Ajuda

Married with four children, Corona succeeded in providing a comfortable life for his family. Casado e pai de quatro filhos, Corona conseguido proporcionar uma vida confortável para sua família. He had the reputation as being a tough person in his interactions with the workers he hired. Ele tinha a reputação de ser uma pessoa difícil em suas interações com os trabalhadores que contratou. Many of the workers were down-and-out men, homeless alcoholics, old and unemployable. Muitos dos trabalhadores foram para baixo e para os homens para fora, alcoólatras sem-teto, de idade e desempregado. Few had family ties and most lived nomadic lives. Poucos tinham laços de família e viviam uma vida mais nômade.

Corona In Full Control: Em Corona Full Control:

Corona offered the workers housing on Sullivan Ranch. Corona ofereceu o alojamento dos trabalhadores em Sullivan Ranch. Here the migrant workers and itinerants worked daily for little pay and lived in a dismal prison-like environment. Aqui os trabalhadores migrantes e itinerantes trabalhado diariamente para pagar pouco e viveu em um ambiente lúgubre prisão. Corona had control over the their basic needs of food and shelter and in 1971, he began to use that power to satisfy his sexually sadistic needs. Corona tinha controle sobre as suas necessidades básicas de alimento e abrigo, e em 1971, ele começou a usar esse poder para satisfazer suas necessidades sexuais sádicos.

Easy Victims: Vítimas fáceis:

For men to vanish without anyone taking notice was common on the Sullivan Ranch. Para os homens para desaparecer sem aviso prévio ninguém tomar era comum na Fazenda Sullivan. Corona took advantage of this and began to select men to rape and murder. Corona se aproveitou disso e começou a selecionar os homens de estupro e assassinato. Their sudden absence did not cause concern and went unreported. A sua súbita ausência não causou preocupação e não foram denunciados. Knowing this, Corona made little effort to destroy evidence linking him to the murdered men. Sabendo disso, Corona feito pouco esforço para destruir a evidência ligando-o aos homens assassinados.

A Pattern of Murder: A Pattern of Murder:

His pattern was the same. Seu padrão era o mesmo. He dug holes, sometimes a few days in advance, picked his victim, sexually assaulted and stabbed them to death. Ele cavou buracos, por vezes, alguns dias de antecedência, escolheu a sua vítima, violentada e esfaqueada até à morte. He then hacked at their heads with a machete and buried them. Ele, então, cortou a sua cabeça com um facão e enterrado.

Discovery of a Grave: A descoberta de um túmulo:

Corona's carelessness eventually caught up with him. descuido Corona acabou pego com ele. In early May 1971, a ranch owner discovered a seven-foot freshly dug hole on his property. No início de maio de 1971, um proprietário da fazenda descobriu uma sete pés recém-buraco escavado em sua propriedade. When he returned the following day he found the hole filled. Quando ele voltou no dia seguinte, ele encontrou o buraco cheio. He became suspicious and called authorities. Ele tornou-se suspeito e chamaram as autoridades. When the hole was uncovered, the mutilated corpse of Kenneth Whitacre was found three feet in the ground. Quando o buraco foi descoberto, o cadáver mutilado de Kenneth Whitacre foram encontrados três pés no chão. Whitacre had been sexually assaulted, stabbed and his head split opened with a machete. Whitacre tinha sido violentada sexualmente, esfaqueada e abriu a cabeça dividida com um facão.

More Graves Uncovered: Mais Graves descobertos:

Another farmer reported that he also had a freshly covered hole on his property. Outro agricultor relatou que ele também tinha um buraco recém coberta em sua propriedade. The hole contained the body of an elderly drifter, Charles Fleming. O buraco continha o corpo de um andarilho idoso, Charles Fleming. He had been sodomized, stabbed and his head was mutilated with a machete. Ele havia sido sodomizado, esfaqueado e sua cabeça foi mutilado com um facão.

The Machete Murderer: O Assassino Machete:

The investigation turned up more graves. A investigação voltou-se mais sepulturas. By June 4, 1971, authorities uncovered 25 graves. Até 04 de junho de 1971, as autoridades descobriram 25 túmulos. All the victims were men found laying on their backs, arms above their heads and shirts pulled over their faces. Todas as vítimas eram homens, constatou que em suas costas, os braços acima da cabeça e camisas puxadas sobre seus rostos. Each man had been sodomized and murdered in a similar fashion - stabbed and two slashes in the shape of a cross on the back of their heads. Cada homem tinha sido sodomizado e assassinado de forma semelhante - esfaqueado e duas barras em forma de cruz na parte de trás de suas cabeças.

A Trail Leads to Corona: Uma trilha leva a Corona:

Receipts with Juan Corona's name on them were found in the victims pockets. Receitas com nome de Juan Corona sobre eles foram encontradas nos bolsos das vítimas. The police determined that many of the men had last been seen alive with Corona. A polícia determinou que muitos dos homens tinham passado foi visto vivo com Corona. A search of his home turned up two bloodstained knives, a ledger with seven of the victim's names and the date of their murders logged, a machete, pistol and bloodstained clothing. Uma busca em sua casa transformou-se duas facas manchadas de sangue, um razão com sete nomes da vítima ea data de seus assassinatos registrados, um facão de pistola e roupas manchadas de sangue.

The Trial Corona was arrested and tried for the 25 murders. A Corona Trial foi preso e julgado pelos 25 assassinatos. He was found guilty and sentenced to 25 consecutive life sentences, leaving him no hope of parole. Ele foi considerado culpado e sentenciado a 25 prisões perpétuas consecutivas, deixando-o sem qualquer esperança de liberdade condicional. He immediately appealed the verdict. Ele imediatamente recorreu da sentença.



Many believed an accomplice had been involved in the crimes but no evidence supporting the theory was ever found. Muitos acreditavam que um cúmplice tinham sido envolvidos nos crimes, mas sem evidência apoiando a teoria jamais foi encontrado.



In 1978, Corona's appeal was upheld and he set out to try to prove the lawyers during his first trial were inept because they never used his schizophrenia to plead insanity. Em 1978, o recurso Corona foi confirmada e ele partiu para tentar provar que os advogados durante seu primeiro ensaio foram inepta porque nunca usou a sua esquizofrenia para alegar insanidade. He also pointed the finger to his brother as being the real killer. Ele também apontou o dedo para seu irmão como sendo o verdadeiro assassino.



Corona's half brother, Natividad, was a cafe owner who lived in a nearby town in 1970. irmão Corona metade, Natividad, era um dono do café, que viveu em uma cidade próxima, em 1970. Natividad sexually attacked a patron and left his beaten body in the bathroom of the cafe. Natividad sexualmente atacado um patrono e deixou seu corpo espancado no banheiro do café. He took off to Mexico when he found out the victim was going to sue him. Ele levou para o México, quando ele descobriu que a vítima estava indo para processá-lo.



There was no evidence found linking Corona's brother to the crimes. Não havia nenhuma evidência encontrada ligação irmão Corona's para os crimes. In 1982, the court upheld the original guilty verdicts. Em 1982, o tribunal confirmou o veredicto de culpa original. Meanwhile, Corona was involved in a prison fight and received 32 razor cuts and lost an eye. Enquanto isso, a Corona foi envolvido em uma briga de prisão e recebeu 32 cortes de navalha e perdeu um olho.



Six Weeks of Murder: Corona's killing spree lasted six weeks. Seis semanas de assassinato: Killing Spree de Corona durou seis semanas. Why he decided to begin killing is a mystery and one that many psychologists pondered. Por que ele decidiu começar a matar é um mistério e um que muitos psicólogos ponderou. Most believe he probably had a past of sexual assault and victimizing the helpless individuals who he hired. A maioria acredita que ele provavelmente teve um passado de violência sexual e vitimizar os indivíduos indefesos que ele contratou. Why it escalated to murder has been explained by some as his need for supreme control of his victims. Porque é escalado para o assassinato foi explicado por alguns como a sua necessidade de controle supremo de suas vítimas.



Today: Juan Corona is alive and lives in Corcoran State Prison. Hoje: Juan Corona está vivo e mora na Corcoran State Prison.





   
                                    
           monstro dos andes


Pedro Alonso López (Santa Isabel, Colômbia, 8 de outubro de 1948) é um assassino em série confesso (serial killer) da Colômbia, acusado de ter matado mais de 300 pessoas em quatro países



Lopez ficou conhecido como o "Monstro dos Andes" em 1980 quando ele levou a polícia aos túmulos de 53 das suas vítimas, no Equador, todas as meninas entre nove e doze anos de idade. Depois, em 1983 ele foi declarado culpado de assassinar 110 jovens no Equador e confessou ter efectuado mais de 240 assassinatos de raparigas dadas por desaparecidas no vizinho Peru e Colômbia.



Os crimes começaram a ganhar atenção internacional a partir de uma entrevista conduzida por Ron Laytner, um foto-jornalista de longa carreira que conheceu Lopez em sua cela na Prisão de Ambato em 1980.

 Biografia

Nasceu na Colômbia, de mãe prostituta que o expulsou de casa aos 9 anos de idade por ele ter acariciado sua irmã mais nova. Foi recolhido por um pedófilo e sodomizado à força. Aos 18 anos, foi espancado na prisão por uma gangue e se vingou matando 4 de seus algozes.



Ao ser solto, começou matando meninas com júbilo e impunidade. Em 1978, já havia assassinado mais de 100 meninas no Peru. Mudou-se para a Colômbia e Equador, onde matava em média de 3 vezes por semana. Ele gostava mais de matar meninas equatorianas, pois segundo ele, eram mais gentis e confiáveis, mais inocentes. A polícia atribuiu o grande número de desaparecimentos de meninas às atividades de escravização e prostituição na área.



Em 1980, um dilúvio de sangue revelou a primeira de suas vítimas. Quando foi preso, contou aos investigadores as assustadoras histórias de sua trilha de morte. No início, as autoridades estavam cépticas sobre o relatado, mas todas as dúvidas desapareceram quando ele mostrou o local onde estavam enterradas mais de 50 corpos. Acredita-se que 300 assassinatos ainda seja uma baixa estimativa para este serial killer.ele foi o maior de todos os seriais killers em termos de matança.




        
 


Edward era filho de George P. Gein e Augusta Lehrke, ambos do Wisconsin. Ed tinha um irmão mais velho chamado Henry G. Gein.



O pai de Ed era alcoólatra e estava constantemente desempregado. Augusta desprezava o seu marido, mas continuava o casamento devido às suas crenças religiosas. Augusta montou um pequeno armazém em Plainfield, onde os Gein fixaram residência.

 Infância

Augusta não deixava estranhos interagirem com os seus filhos: Ed freqüentava a escola, mas a sua mãe impedia qualquer tentativa que ele fazia para ter amigos.



Quando não estava na escola, Ed dedicava-se à pequenas tarefas na fazenda. Augusta Gein, luterana fanática, dizia aos filhos que o mundo era um sítio imoral, que a bebida era demoníaca e que todas as mulheres (ela excluída) eram prostitutas e instrumentos do diabo. Segundo ela, o sexo servia a uma única finalidade, o da procriação. Augusta reservava algum tempo, durante a tarde, para ler a Bíblia para os filhos, escolhendo partes do Antigo Testamento sobre morte, assassínios e castigos divinos.



Ed, levemente efeminado, era alvo de bullying. Os colegas e os professores recordam os seus maneirismos (Ed às vezes ria-se sozinho, como se estivesse a lembrar de uma piada). Para piorar as coisas, sempre que Ed tentava fazer amigos, a sua mãe impedia-o. Apesar do seu fraco desenvolvimento social, ele saiu-se bem na escola, especialmente em leitura e economia.



Ed tentava agradar a mãe, mas esta raramente se sentia feliz com os filhos. Ela costumava insultá-los, acreditando que eles seriam um fracasso como o pai. Durante toda a adolescência e parte da idade adulta, os dois rapazes só tiveram a companhia um do outro.


Morte dos pais

O pai de Ed morreu em 1940, vítima de um ataque cardíaco. Os dois irmãos passaram a trabalhar para ajudar a mãe, e eram considerados honestos na cidade. Ambos trabalhavam como biscateiros. Além disso, Ed ficava de babá para os vizinhos. Ele gostava de tomar conta de crianças, e relacionava-se melhor com elas do que com adultos.



Henry começou a rejeitar a mãe e preocupava-se com a união entre Ed e a mãe. Ele começou a criticá-la perante Ed, que ouvia tudo mortificado.



A 16 de Maio de 1944 um incêndio deflagrou perto da quinta dos Gein. Os dois irmãos foram ajudar a apagá-lo. Enquanto a noite caía, Ed e Henry separaram-se. Quando o fogo foi extinto, Ed informou à polícia que o seu irmão tinha desaparecido. Foram organizadas buscas. Ed conduziu-os diretamente ao irmão, que estava morto no chão. A polícia teve dúvidas quanto às circunstâncias da descoberta do corpo, uma vez que o sítio onde Henry se encontrava não estava queimado e este tinha manchas pretas na cabeça. Apesar disto, a polícia não descartou a possibilidade de homicídio. Mais tarde a polícia descobriu que a causa da morte foi asfixia.



Augusta morreu a 29 de Dezembro de 1945. Ed ficou completamente sozinho e permaneceu na quinta, sustentando-se com estranhos empregos. Deixou todas as divisões tal como a mãe tinha deixado, e começou a viver num pequeno quarto ao lado da cozinha. Ed só utilizava este quarto e a cozinha.



Começou a interessar-se por livros de aventuras e revistas de cultos à morte e a fazer visitas noturnas ao cemitério local.


 Prisão

A polícia suspeitou do envolvimento de Ed no desaparecimento de Bernice Worden, em 16 de Novembro de 1957. Entraram na propriedade de Ed à noite e descobriram o cadáver de Worden. Tinha sido decapitada, o seu corpo estava suspenso de pernas para o ar, os seus tornozelos estavam presos a uma viga. O seu tronco estava vazio, as suas costelas estavam separadas, tal como um veado. Estas mutilações ocorreram depois da sua morte, causada por vários tiros.



Depois de revistarem a sua casa, encontraram:



Crânios humanos empilhados sobre um dos cantos da cama;

Pele transformada num quebra-luz e usada para estofar assentos de cadeiras;

Peitos usados como seguradores de copos;

Crânios usados como tigelas de sopa;

Um coração humano (o sítio onde se encontrava é alvo de discussões: alguns afirmam que estava numa panela no forno, outros que estava num saco de papel);

Pele do rosto de Mary Hogan, proprietária da taberna local, encontrado numa bolsa de papel;

Puxador de janela feito de lábios humanos;

Cinto feito com mamilos humanos;

Meias feitas de pele humana;

Bainha de pele humana;

Caixa com vulvas, que Ed confessou usar;

Cabeças prontas para exposição ordenadas

Várias crianças da vizinhança, das quais Gein ocasionalmente tomava conta, tinham visto as cabeças que Ed descreveu como relíquias dos Mares do Sul, enviados por um primo que tinha servido na Segunda Guerra Mundial. A investigação policial concluiu que eram peles faciais humanas, cuidadosamente tiradas de cadáveres e usadas por Gein como máscaras.



Ed confessou ter desenterrado várias sepulturas de mulheres de meia idade, que se pareciam com a sua mãe. Ele levava-as para casa, onde ele bronzeava as peles, um ato descrito como insano ritual travesti. Ed negou ter tido relações sexuais com os cadáveres, porque, segundo ele, estes "cheiravam demasiado mal".



Gein também admitiu que matou Mary Hogan, desaparecida desde 1954. Pouco depois da morte da sua mãe, Gein decidiu que queria uma mudança de sexo. Ele criou uma woman suit (roupa de mulher), que vestia para fingir ser mulher.



Art Schley, um dos policiais que interrogou Ed, o agrediu fisicamente, esmurrando a sua cabeça e empurrando o seu rosto contra um tijolo, o que tornou o primeiro depoimento de Gein inadmissível. Schley morreu com um ataque cardíaco um mês depois de testemunhar no julgamento de Ed. Os seus amigos afirmam que Schley estava traumatizado pelo horror dos crimes.



 Julgamento

Gein foi dado como mentalmente incapaz e mandado para o Central State Hospital, que mais tarde se tornou numa prisão. Ele foi transferido para Mendota State Hospital em Madison, Wisconsin.



Em 1968, médicos declararam que ele estava são o suficiente para ir ao tribunal. O julgamento começou a 14 de Novembro e durou uma semana. Ele foi considerado não culpado devido à insanidade. Ed passou o resto dos seus dias num hospital psiquiátrico. Enquanto Ed esteve detido, a sua casa foi incendiada e o carro que Ed usava para transportar as vítimas foi vendido em 1958.



Ed morreu a 26 de Julho de 1984, vítima de falha cardíaca e respiratória, devido a câncer, no hospital Mendota Mental Health Institute. A sua lápide tem sido vandalizada ao longo dos anos, [2] algumas pessoas retiravam pedaços da lápide para recordação, até que ela foi completamente roubada em 2000. A lápide foi recuperada em Junho de 2001 e dada a um museu em Wautoma, Wisconsin.






 



 


João Acácio ficou órfão com apenas quatro anos, dali por diante, sua vida no crime se iniciou. Chegou ao estado de São Paulo ainda na adolescência, fugindo dos furtos que praticara em Santa Catarina. Foi morar em Santos, onde se dizia filho de fazendeiros e bom moço. Na verdade, levava uma vida pacata no lugar que escolheu para morar, praticando seus crimes em São Paulo e voltando incólume para Santos. Sua preferência era por mansões. Seu estilo próprio de cometer os crimes (sempre nas últimas horas da madrugada, cortando a energia da casa, usando um lenço para cobrir o rosto e carregando uma lanterna com bocal vermelho) chamou a atenção da imprensa, que o apelidou de "Bandido da Luz Vermelha", em referência ao notório criminoso estadunidense Caryl Chessman, que tinha o mesmo apelido.




Gastava o dinheiro obtido nos assaltos com mulheres e boates. A polícia levou seis anos para identificá-lo, conseguindo identificá-lo após ele deixar suas impressões digitais na janela de uma mansão.



[editar] Prisão

João Acácio foi preso em 8 de agosto de 1967, enquanto estava foragido no Paraná, foi acusado por quatro assassinatos, sete tentativas de homicídio e 77 assaltos, sendo condenado a 351 anos, 9 meses e três dias de prisão, dizem que cometeu estupro ou que teve relações sexuais com as vítimas de seus crimes, porém não foi acusado deste crime (o comentário era que recebia muitas visitas de mulheres desconhecidas que choravam sua ausência). Após cumprir os 30 anos previstos em lei, é libertado na noite do dia 26 de agosto de 1997. Após libertado, ganha fama na cidade onde passa a morar (Joinville, em Santa Catarina), tinha obsessão em vestir roupas vermelhas e quando alguém lhe pedia um autógrafo ele simplesmente escrevia a palavra "Autógrafo".



[editar] Morte

Após apenas quatro meses e vinte dias em liberdade João foi assassinado com um tiro de espingarda no dia 5 de janeiro de 1998, durante uma briga com um pescador na cidade de Joinville, Santa Catarina.








A mãe – e um amor mal-resolvido

Para qualquer comportamento humano é possível fazer uma hipótese psicológica. As explicações tentadas no caso de Ted Bundy geralmente unem a questão do desconhecimento da identidade verdadeira da mãe ao sofrimento pelo fato de a primeira namorada ter lhe abandonado.

A questão da mãe (o “Complexo de Édipo”) sempre foi muito cara à Psicanálise, e parece bastante tentadora na história de Ted. É fácil dizer que o seu “ódio às mulheres” seria decorrente da decepção de ter sido criado como sobrinho, e não como filho, por sua mãe verdadeira.

Mas analisemos melhor a questão. Na infância e adolescência, Ted acreditava estar vivendo com a irmã, que se casou e teve quatro filhos – também achava, portanto, que os irmãos eram sobrinhos. Mas apesar de acreditar estar vivendo longe dos “pais” (os avós), não há relatos sobre receber, por parte da mãe, um tratamento muito diferente do que recebiam os irmãos. Além disto, há um bom lapso de tempo entre a descoberta sobre a mãe verdadeira (por volta dos 23 anos) e o início dos homicídios confirmados (27 anos). Na idade em que descobriu que a “tia” era mãe, sua personalidade já estava bastante consolidada e poderia sofrer menos alterações do que se tivesse ficado sabendo anteriormente.








     


A verdade é que Ted foi praticamente “normal” até aos 28 anos. Percalços, sim, mas nada “demais”, aparentemente, visto que na vigência destes problemas, nenhuma mudança importante em sua personalidade ou comportamento são relatadas. Contudo, alguns acreditam que ele tenha matado antes desta idade, mas isto não é certo.

O que acontece nesta época dos primeiros crimes confirmados? De mais significativo, o reencontro com a primeira namorada.

Gostava desta namorada, mas ela não o quis mais, quando eram mais novos. Ele ficou “deprimido” por um tempo, e “obcecado” nela. Mas isso passou. Agora, ele era mais ativo, determinado, e ela se interessou nele. Têm alguns encontros, e ele some dela, na mesma época em que começam os seus primeiros homicídios confirmados.

Uma das hipóteses mais aventadas, portanto, do ponto de vista psicológico, é uma relação entre este fracasso amoroso e seus crimes. Afinal, suas vítimas foram mulheres que mantinham alguma semelhança física com esta sua primeira namorada. Sugere-se que este reencontro, e o fato dela ter se apaixonado em Ted, tudo tenha sido premeditado por ele como uma vingança pelo desprezo sofrido anos antes. Ted teria confirmado isto – mas até que ponto suas palavras são confiáveis?! Ou até que ponto ele pode ter sido induzido a concordar com esta hipótese?!

O fato é que este reencontro pode, sim, ter “mexido com sua cabeça” de alguma maneira, e ter sido o gatilho do seu killerismo. A “gota d`água”, mas não a causa.

Dois pontos precisam ser muito bem assinalados:

1) a história de Ted não o mostra claramente como um anti-social antes disto;

2) este fato, isoladamente, é muito pouco para justificar o nascimento de um psicopata.

De fato, quantos homens não são abandonados todos os dias pelas mulheres as quais amam? Qual a ínfima minoria destes que torna-se serial killer? Bem verdade que é comum, numa situação destas, o abandonado matar a que abandona (como no caso do jornalista brasileiro Pimenta das Neves1, e tantos outros) – e, muitas vezes, suicidar-se, mas não “empolgar-se” e sair matando mulheres parecidas com a primeira. Aliás, nem foi esse o caso. Ted não a matou. Simplesmente desapareceu da vida dela.

Muitas vezes, quando uma pessoa sofre uma decepção com alguém e inicia um relacionamento com outra pessoa parecida com aquela primeira, tende-se a falar em “fixação”, a falar que “a história não foi bem resolvida” etc. Mas não se avalia que o desejo por esta segunda pessoa pode ser tão real quanto pela primeira, e não uma transferência de sentimentos. Ora, se este indivíduo interessou-se pela primeira, é porque já tinha desde então uma disponibilidade para interessar-se por pessoas deste tipo – seja um tipo físico ou psicológico. Sendo assim, se a segunda pessoa é parecida com a primeira, é de supor-se que também haverá um potencial para interessar-se nela. Então é um psicologismo algo inadequado este de associar a aparência de suas vítimas com uma decepção prévia. Ted não necessariamente passou a querer matar mulheres “brancas, de cabelo preto etc.” porque sua primeira grande decepção era fisicamente assim. O que podemos dizer com certeza absoluta, apenas, é que Ted sempre teve este potencial para interessar-se por mulheres com este biotipo. Assim como uns gostam mais de orientais, outros de negras, outros de loiras, outros de todas, outros de homens etc.

Contudo, há um fato interessante sobre este reencontro com a primeira namorada. Ele já estava bem, já relacionava-se com outra. Ela então interessa-se nele, e ele a despreza. É comum que quando uma pessoa deseje muito o desejo de outra, e sofre bastante com isso, no momento em que a outra finalmente cede, o que desejava passa a sentir raiva (ou qualquer sentimento semelhante) dela – ou de si mesmo. Porque a outra pessoa o fez sofrer, se humilhar etc. Assim, é até possível que quando a ex de Ted tenha finalmente ajoelhado-se a seus pés ele tenha sentido esta raiva por ela. É possível, mas não uma certeza, estamos apenas especulando. Contudo, outro sentimento comum, após a raiva ou no lugar desta, é o desprezo. O que finalmente foi conquistado não tem mais tanta graça. Quem despreza não precisa matar.

Dito tudo isto, a melhor hipótese para o caso Bundy, de acordo com os dados disponíveis, é que seu killerismo simplesmente “surge”, aos 28 anos. Não existem evidências inequívocas, a despeito do farto material disponível em relação à sua biografia, de que ele era tipicamente um anti-social. Os desencadeantes do seu killerismo (não as causas) talvez foram mesmo a decepção com a mãe, ou o reencontro com a ex-namorada – fato que também pode ter moldado o conteúdo da sua psicopatia, isto é, estabelecido suas vítimas preferenciais.

Outro desencadeante, citado por ele, pode ter sido o consumo de pornografia. E, como facilitadores, temos o álcool e as drogas. Mas nem desencadeantes e nem facilitadores são causas. A causa do seu killerismo, nos parece, permanece obscura, incerta.









      


Francisco Costa Rocha cometeu seu primeiro assassinato em 1966, quando vivia uma vida muito boêmia, com muita bebedeira e mulheres, também usava drogas. Com o passar do tempo necessitava todos os dias fazer sexo, sair e beber muito. Seu primeiro assassinato seguido de esquartejamento foi em 1966. Sua vitima era Margareth, uma boêmia conhecida de seus amigos. Após passarem em alguns restaurantes e bares, Francisco a convidou para terem relações sexuais. Assim ela aceitou ir ao apartamento, na época dele e de Caio(amigo cirurgião-médico da aeronáutica). Francisco nem chegou a consumar o ato. Após algum tempo, ele começou a ter um jeito violento, e tentou estrangulá-la(de fato o fez), com a mão, e terminou com o cinto. Após ver Margareth morta no quarto, pensou que deveria sumir com o corpo dali. Tirou o trinco da porta do banheiro para melhor locomoção, levou-a, e a deitou de barriga para cima. Usou instrumentos bem rústicos, na realidade, os primeiros que viu pela frente: Gilete, tesoura e faca foram os principais usados. Começou a cortar pelos seios, depois foi tirando os músculos e cortando nas articulações, a fim de que o corpo ficasse menor para poder esconder... Vale ressaltar que Francisco esquartejou Margareth pelo fato de ter medo das ações que viriam após ter causado sua morte, concluindo assim que teria de esconder o corpo. Demorou cerca de 3 a 4 horas até desmembrar a vitima e colocar dentro de uma sacola(pois também sabia que o amigo com quem dividia seu apartamento estaria para chegar). Quando Caio chegou, Francisco disse que tinha uma coisa para contar, e falou que havia matado alguém. Não contou como, nem porque, mas disse que o corpo ainda estava no apartamento. Pediu um tempo para Caio para que pudesse avisar sua mãe e contratar um advogado. De fato, viajou à procura de sua mãe. Ao chegar, avisou uma amiga e não teve coragem de falar o que realmente acontecera, apenas informando que algo de grave havia ocorrido, e pedindo para avisar sua mãe. Ao retornar, seu amigo Caio havia avisado ao delegado de homicídios, que prendeu Francisco, que não reagiu à prisão em momento algum.


Após ter sido liberado por bom comportamento, Francisco voltou a cometer um esquartejamento, porém, desta vez, destrinchou sua vítima com um cuidado muito maior, e tentou jogar alguns pedaços pelo vaso. A vitima se chamava Suely e tinha vários codinomes. Depois de matá-la e esquartejá-la, tentando fazer com que o vaso levasse partes do corpo, ele não consegue colocar o corpo todo no vaso sanitário, e depois anda com as partes do corpo da moça.



Foi detido e condenado pela primeira vez por ter assassinado e esquartejado uma bailarina. Para se livrar do corpo, colocou os pedaços dentro de uma caixa de papelão em um apartamento alugado em São Paulo, fugindo em seguida para o Rio de Janeiro - ele de fato não fugiu para o Rio de Janeiro, mas avisou seu amigo Caio, e após isso pediu certo tempo para avisar sua família e contratar um advogado. Caio, já sabendo do crime, ficou sem saber ao certo o que devia fazer, e contatou a Delegacia de Homicídios.



Na época, a exibição pela imprensa das fotos de suas vítimas cortadas em pedaços sensibilizou bastante a opinião pública, fazendo com que o criminoso fosse condenado a 30 anos de prisão.



[editar] Prisão

Por ser considerado perigosíssimo, Chico Picadinho continua preso até hoje, apesar de já ter cumprido a pena máxima prevista pelo Código Penal brasileiro, que corresponde a um período de trinta anos. Hoje, encontra-se no Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico Arnaldo Amado Ferreira, na cidade de Taubaté.



Estudante de Direito à época dos crimes, Chico Picadinho é um homem muito culto. Até hoje passa seus dias na prisão praticando a pintura. Ao cometer seus crimes, ele agiu sob a influência do romance Crime e Castigo de Dostoiévsky, a quem chamou de Deus numa entrevista. Também é um grande fã da obra de Kafka.






       


"Vou matar o motoboy"

Pedrinho Matador já executou 71 pessoas e promete estrangular Francisco de Assis Pereira, o Maníaco do Parque, que cumpre pena no mesmo presídio



Cesar Guerrero

de Taubaté (SP)



O ataque é rápido, a chance de reação, mínima. Com uma das mãos no queixo, a outra agarrada aos cabelos, ele desloca a cabeça da vítima para cima e para o lado, quebrando-lhe o pescoço. A morte é instantânea. Pedro Rodrigues Filho, 44 anos, o Pedrinho Matador, um dos mais cruéis assassinos do País, não precisa de arma para matar. Usa as mãos e a força do seu corpo.



Pedrinho mantém a forma física à custa de quatro horas diárias de ginástica num espaço de sete metros quadrados. Esse é o tamanho da cela individual que ocupa na Casa de Custódia, em Taubaté, no interior paulista. "Faço exercícios para me defender", diz.



ASSASSINO DO PAI Oficialmente, ele matou 71 pessoas, 40 delas dentro das prisões. O próximo de sua lista é Francisco de Assis Pereira, o Maníaco do Parque, que também cumpre pena ali por ter confessado o assassinato de dez jovens. "Se eu chegar perto, a vida dele acaba em dois minutos", ameaça.



O ódio ao motoboy não é pessoal. Pedrinho executou dezenas de estupradores nesses 27 anos em que está preso. O que ele não admite é violência contra mulheres e crianças. Sua mulher foi assassinada por traficantes no sétimo mês de gravidez. Mas ele não gosta de falar sobre o caso. "Só acho que um cara como o motoboy não merece viver."



O diretor da Casa de Custódia, José Ismael Pedrosa, não acredita que Pedrinho consiga cumprir sua promessa. Os detentos passam a maior parte do tempo trancados e tomam banho de sol isolados. "Mesmo que o Pedro consiga sair da cela, ele não vai saber onde encontrar o Francisco", diz o diretor. "Além disso, os dois estão sempre acompanhados por guardas penitenciários."



A Casa de Custódia, ou "Piranhão", na gíria local, é um presídio de segurança máxima. A eficácia de seus métodos de isolamento está comprovada. Desde que foi transferido para Taubaté, há 16 anos, Pedrinho não conseguiu matar ninguém. Não que não tenha tentado. Ele atacou um companheiro na época em que os detentos almoçavam juntos - hoje cada um come em sua cela. Já estava com o pé sobre o pescoço da vítima, quando resolveu acatar o apelo do diretor. "Ele só não morreu porque o doutor Pedrosa chegou e pediu para eu parar", recorda. O homem que mata com frieza mostra respeito pelo diretor e pelos guardas do presídio. Nunca encostou o dedo neles. "Eu só mato canalhas."



Pedrinho começou sua carreira de crimes aos 14 anos, com a morte do prefeito de Santa Rita do Sapucaí, no sul de Minas Gerais, cidade em que nasceu. "O erro dele foi ter acusado meu pai de roubo", explica. Refugiou-se em Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo, onde começou a roubar bocas-de-fumo e a matar traficantes. Anos mais tarde, executou o próprio pai numa cadeia de Mogi das Cruzes. O motivo: durante uma briga, Pedro Rodrigues matou Manuela, a mãe de Pedrinho, com 21 golpes de facão. A vingança do filho foi ainda mais cruel. Além das facadas, arrancou o coração do pai e comeu um pedaço.



LIVRE EM 2002 O matador costuma estrangular suas vítimas. Mas reconhece que gosta de provocar dor. Numa prisão de Araraquara, no interior de São Paulo, degolou com uma faca sem fio o homem acusado do assassinato de sua irmã. "Ele era meu amigo, mas eu tive de matar."



Os dias são iguais na Casa de Custódia. Pedrinho acorda às 5h, toma café e faz seus exercícios até as 9h. Depois do banho, costuma ler até a hora do almoço. Gosta de Sidney Sheldon, mas está lendo Raízes, do norte-americano Alex Haley. Faz a digestão escrevendo em seu diário. Às 15h, desce para tomar banho de sol no pátio do pavilhão, sempre acompanhado por dois guardas, enquanto todos os outros presos estão recolhidos. Vai dormir por volta de 19h30.



Condenado a 400 anos, Pedrinho deve deixar a prisão em 2002, ano em que completa três décadas de reclusão. "O período máximo que uma pessoa pode ficar presa no Brasil é 30 anos, de acordo com o Código Penal", diz o criminalista Alberto Marino. "O artigo 5.º da Constituição proíbe a prisão perpétua", afirma.



Pedrinho quer a liberdade para refazer sua vida ao lado da namorada, cujo nome ele não revela. Eles se conheceram trocando cartas, há um ano e meio. Depois de cumprir pena de 12 anos por furto, ela foi solta e visitou Pedrinho em Taubaté. O diretor do presídio confirma o encontro: "Ela parecia bem apaixonada".



Para ganhar a vida honestamente fora da prisão, Pedro quer trabalhar em um matadouro. Quando era garoto, em Minas Gerais, trabalhou num pequeno abatedouro de aves. Ele é o primeiro a admitir que não sabe fazer outra coisa.





Francisco Assis Pereira, o Maníaco do Parque.    





  

Em 5 de julho de 1998, a polícia de São Paulo encontrava os primeiros corpos que a levariam a suspeitar de que um serial killer estava à solta. Eram quatro cadáveres de mulheres estranguladas, todos despidos - na verdade, um só de calcinha - de bruços e com as pernas afastadas, posição típica de vítimas de estupro. Todos encontrados, de uma só vez, no Parque do Estado, uma reserva florestal de 550 hectares na Zona Sul de São Paulo, na divisa com o município de Diadema. Como peças de um quebra-cabeça, esses corpos se somariam a outros dois achados, isoladamente, em janeiro e maio daquele ano, quando ainda não se suspeitava de que um maníaco estivesse em ação. Mais dois corpos foram localizados no dia 28 de julho de 1998.




Vasculhando os arquivos da delegacia da região, a 97º DP, investigadores da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) descobriram três casos de tentativas de estupro entre maio de 1996 e dezembro de 1997 no parque. As três mulheres que conseguiram escapar do ataque ajudaram a polícia a fazer um retrato falado daquele que se tornaria o principal e único suspeito dos crimes. O maníaco convencia suas vítimas a ir espontaneamente com ele até o parque.



Uma denúncia anônima levou ao nome do suspeito. Francisco de Assis Pereira, de 31 anos, morava em Santo André, no ABC Paulista, e, até fugir, trabalhava como entregador (motoboy). No início de 1998, ele tinha sido investigado pelo desaparecimento de uma namorada. O sumiço até hoje não foi esclarecido.

Em 1995 o motoboy chegara a ser preso por tentativa de estupro em São José do Rio Preto, mas pagou fiança e foi libertado. A primeira prova material contra Francisco foi obtida no dia 24 de julho de 1998: a identidade de uma das vítimas do parque foi achada num vaso sanitário entupido da empresa em que o entregador trabalhava. Várias mulheres reconheceram no retrato falado o rosto do homem que as atacou.




Durante a sua fuga, Francisco foi visto em Ponta Porã (MS) e suspeitou-se de que ele tivesse passado pelo Rio. Fotos suas chegaram a ser espalhadas nos principais parques da cidade.






                                        


                                                     CHARLES MANSON
                                                        
                                                A HISTÓRIA

Filho de uma prostituta, e rapidamente transformado em delinqüente juvenil, Charles Manson nasceu no dia 12 de novembro de 1934. Passou por vários reformatórios durante a adolescência, respondendo por crimes como roubo e falsificação. Em 1954, após cumprir uma pena de 10 anos, Manson funda uma comunidade hippie que se intitularia "A Família". Mais do que líder da família, Manson era uma espécie de guru espiritual para seus seguidores. Sua comunidade hippie vivia perambulando pela periferia das cidades, roubando, vendendo drogas, praticando sexo grupal e realizando rituais propostos por seu líder.
Charles Manson logo se tornaria fã dos Beatles e passaria a acreditar que o grupo compunha suas musicas especialmente para ele. Por isso Manson passava horas ouvindo as canções, em busca de mensagens ocultas que ele acreditava serem deixadas pelos Beatles para ele.. Quando o grupo lançou o disco "Álbum Branco", ele gastou muito dinheiro fazendo ligações para Londres, tentando falar com John Lennonn e Paul Mcartney para dizer que já havia decifrado as mensagens.
No dia 9 de Agosto de 1969, "A Família" invadiu a mansão do cineasta Roman Polanski, em Hollywood. Eles assassinaram brutalmente a esposa do cineasta e dois casais de convidados que se encontravam na casa, fazendo um total de cinco vítimas naquele dia. Sharon Tate, 26 anos e esposa de Roman Polanski, estava grávida de oito meses. Seu corpo foi perfurado 16 vezes por uma lâmina de baioneta e depois fora enforcada. Estudos posteriores da perícia mostraram que o bebê sobreviveu por muito tempo após a morte de sua mãe. O verdadeiro objetivo de Manson era se vingar de Terry Melcher, antigo morador da casa e produtor dos "Beach Boys". Manson acreditava que Terry havia roubado uma de suas músicas, mas no auge de sua loucura não percebeu que Terry não morava mais ali.
Na noite seguinte o grupo fez mais vítimas: Leno e Rosemary La Bianca, proprietários de uma rede de supermercados. O casal também teve sua casa invadida e foi brutalmente assassinado pelos seguidores de Charles Manson. Eles foram mortos com dezenas de golpes de garfos e facas, e na parede foi deixado escrito em sangue: "Death to Piggies"(morte aos porcos). Esse assassinato é atribuído à musica "Piggies" dos Beatles.
Charles Manson e seus seguidores foram presos e acusados pelos assassinatos. O grupo se reuniu em torno de Manson tentando protegê-lo. Manson não estava presente em nenhuma das chacinas de seu grupo, mas a promotoria conseguiu provar que ele fora o mandante dos crimes. No julgamento, três de suas seguidoras tentaram assumir sozinhas a autoria dos assassinatos para inocentar seu líder, mas seus depoimentos não foram aceitos e Charles Manson e todos os seus seguidores foram condenados à prisão perpétua, exceto Linda Kasabian, uma das integrantes do grupo que garantiu sua imunidade proporcionando evidências contra Mason e os outros membros da família.
Finalmente Manson deixou de lado sua figura de pacifista inocente e afirmou seu profundo ódio pela humanidade, acusando-a de rejeitar a ele e aos seus seguidores. Posteriormente foram revelados seus verdadeiros motivos: Manson era um grande racista, que planejava cometer seus crimes brutais contra ricos brancos para que estes fossem atribuídos a negros e se iniciasse uma onda de perseguições contra os negros de todo o país. Atualmente muitos artistas da música têm idolatrado Charles Mason de forma sensacionalista, pregando sua libertação. Um absurdo tendo-se em vista que Manson afirmara que "uma vez começado a matar, nunca pararia até destruir toda a humanidade".
PS:Como Charles Manson não matava sozinho, não matava uma vítima por vez e manteve um período de tempo muito curto entre seus crimes, ele é considerado por muitos um Spree Killer e não um Serial Killer.

 

                                                 JHON WAINE


Em 1978, a polícia de Illinois, Chicago, efetuou uma busca na casa n° 8213 da West Summerdale Avenue, interrogando seu morador, John Wayne Gacy, palhaço amador e muito querido pelas crianças da cidade, dificilmente cometeria algum crime. Ledo engano. Antes de irem, um dos policiais estranhou um cheiro desagradável na casa; "É só um entupimento nos canos de esgoto", explicou Gacy. Mas os policiais decidiram investigar mesmo assim. No porão, sob um alçapão oculto, foram encontrados os restos de vinte e nove garotos entre nove e vinte e sete anos, com sinais de tortura, violências sexuais e estrangulamento. John Wayne Gacy Jr., nascido em Chicago em 1942, também teve uma infância meio traumática: era espancado e chamado de "bichinha" pelo pai alcoólatra, sofreu um traumatismo craniano aos 15 anos, e em 1968 foi preso por estar praticando atos sexuais com um jovem no banheiro de um bar. Gacy começou a matar em 1972, e suas vítimas, todos homens. Os rapazes recebiam propostas de emprego, iam até a casa de Gacy, eram embebedados, amarrados numa cadeira e os estuprava. Em 1988, Gacy foi condenado a 21 prisões perpétuas e 12 penas de morte. Enquanto aguardava no Corredor da Morte do Menard Correctional Center de Illinois, Gacy - apelidado pela imprensa de "Palhaço Assassino" - passava o tempo fazendo belíssimos desenhos infantis, especialmente ... palhaços! Suas ilustrações são consideradas ítens de coleção e alcançam altos preços no mercado.

   


                                                                  Richard Speck

O terror das enfermeiras Richard Franklin Speck, 24 anos, lixeiro semi-analfabeto de Chicago, era fanático por quadrinhos e viciado em drogras e álcool. Tinha a frase "Born to Raise Hell" ("Nascido pra zuar", em tradução anos 90) tatuada no antebraço. Na noite de 14 de julho de 1966, completamente bêbado e armado com um revólver e uma faca, invadiu a casa de nove enfermeiras que moravam juntas. Após amarrá-las, matou-as uma a uma. A única sobrevivente foi Cotazón Amurao, de 23 anos, que se arrastou para baixo de uma cama e ficou escondida durante o massacre. Identificado por suas digitais e reconhecido po Corazón, Speck foi acusado de assassinato em primeiro grau e setenciado à cadeira elétrica em julho de 1967. Quando a Suprema Corte aboliu a pena de morte, Speck foi novamente a julgamento e condenado a 400 anos de prisão. Alegou inocência até 1978, quando finalmente confessou o crime a um repórter. Em 5 de dezembro de 1991, teve um ataque cardiaco fatal. E em maio de1996, uma emissora de Chicago pôs no ar um vídeo de duas horas contrabandeado da prisão de Stateville. Na fita, Speck aparece com implantes de silicone e usando calcinhas!. Em tom cínico e recheado de gargalhadas, ele falava sobre seus crimes aberta e livremente, comentava sobre relacionamentos homossexuais que tinha na prisão e cheirava enormes carreiras de cocaína. Em certo momento, ele afirma: "Se esses caras soubessem o quanto eu me diverti, teriam me soltado! Matar não é como na TV, onde em três segundos a vítima já era. A coisa toda leva três, quatro minutos... você tem que usar muita força!"

 

 

                                                           Albert Fish

Albert Fish nasceu em Washington em 1870. Aos 5 anos ele foi para um orfanato. No orfanato ele tomou um prazer imenso ao ser abusado, o que influenciou sua mente a gostar do sado-masoquismo. Aos 7 anos, sua mãe o tirou de lá porque havia conseguido um emprego. Aos 9, ele caiu de uma cerejeira e machucou-se seriamente na cabeça, o que mais tarde causara dores de cabeça e pequenos problemas mentais. Aos vinte anos ele se mudou para Nova York, onde começou a ter relações sado-masoquistas homossexuais. Em Nova York ele começou a estuprar crianças e participar de "atividades bizarras". Cometeu seu primeiro assassinato em 1910, onde ele mutilou e torturou sua vítima. Daí então ele começou a ter preferência por crianças e começou a assassiná-las. Por volta de 1920, Fish viajou por 23 estados americanos, pintando casas, ele via esse trabalho como a perfeita oportunidade para cometer suas atrocidades às crianças. Fish lia freqüentemente a Bíblia e dizia que a voz de Deus o mandava matar. Ele também gostava de inserir agulhas no corpo perto da genitália, atos de dor o excitavam. Em maio de 1928 um homem chamado Frank Howard fez amizade com a família Budd. Um dia o Sr. Howard perguntou se ele podia levar Grace, a filha de 10 anos, para uma festa. A família Budd permitiu... e nunca mais viu sua filha ou o velho homem novamente. O Sr. Howard era de fato Albert Fish, aos 58 anos. Ele teve a idéia de matar Grace Budd para depois usar seu corpo para atos de canibalismo. Seis meses depois, a família Budd recebeu uma carta anônima do assassino que admitiu ter matado Grace, cozido seu corpo e depois o comido. A polícia procurou por alguns apartamentos onde achavam que as letras tanto da carta quanto da pessoa eram parecidas. Até que encontraram Albert Fish. Ele ficou conhecido como "O Vampiro do Brooklyn" que tirou a vida de 4 crianças de 1932-34. Fish foi acusado pelo assassinato de Grace Budd, sua defesa foi insanidade. O júri não concordou com a idéia e Fish foi sentenciado à morte. Em Sing Sing Prison em 16 de janeiro de 1936, Albert Fish que descreveu a sentença à morte como "a maior emoção da minha vida", foi eletrocutado. A primeira carga elétrica falhou por baixo circuito, isso por causa das agulhas que Fish havia inserido em seu corpo por todos aqueles anos. Albert Fish cometeu centenas de abusos sexuais e 16 (ou mais) assassinatos.

 


        

                                                         Henry Lee Lucas

No dia 15 de junho de 1983 enquanto estava na prisão por roubo armado, e em suspeita de dois assassinatos, Henry Lee Lucas admitiu ter matado mais trezentas e cinqüenta pessoas. Lucas tinha gasto a maioria de sua vida, de 1960 a 1975, na prisão. Depois de ser libertado teve um matrimônio malsucedido (que terminou quando a esposa dele percebeu que ele estava fazendo sexo com ela e mais duas meninas pequenas) e viveu durante algum tempo com sua irmã Wanda, partindo quando ela o acusou de abusar sexualmente de sua filha mais jovem. Em 1978, Lucas conheceu sua amante e o seu amigo Ottis Toole, em uma cozinha pública em Jacksonville, Flórida. Ottis Toole foi preso por roubos de carros e pequenos assaltos, e ele convidou Lucas para proteger sua casa, onde ele foi considerado como um membro da família. Em 1982, Lucas fugiu com Ottis e a sobrinha dele, Becky Powell de 12 anos (que era ligeiramente retardada e cresceu em uma casa de incestos) e o irmão mais novo Frank. Eles se sustentavam de roubos - principalmente de pequenos supermercados. Em seguida Lucas e Becky se apaixonaram. Lucas contou como eles andaram ao redor do país matando pessoa por pessoa. Lucas e Toole mataram muitas pessoas e às vezes Becky e Frank ajudavam. Lucas era um necrofílico (indivíduos que saciam os seus instintos sexuais em cadáveres) e Toole era um canibal. Toole também ficava excitado quando queimava casas completamente. Finalmente, Frank e Toole voltaram para casa na Flórida, enquanto Becky e Lucas continuaram na estrada. Becky logo ficou nostálgica, e implorou para Lucas que a levasse para a Flórida. Henry concordou e eles partiram. Uma noite Lucas discutiu sobre a decisão dela de voltar para casa, Becky perdeu a paciência e o golpeou na face. Imediatamente Lucas agarrou uma faca de trinchar e a apunhalou no coração, isto a matou instantaneamente . Depois ele violou o corpo dela. Lucas conduziu a polícia a alguns corpos perdidos. Ele rapidamente foi considerado como o pior assassino em massa na história dos E.U.A.. Lucas também contou como Toole havia matado um homem que estava dormindo colocando gasolina e ateando fogo nele. Toole que já estava servindo quinze anos de sentença por incêndio premeditado, admitiu o que Lucas falou e foi condenado subseqüentemente à morte. Muitas das confissões de Henry Lee Lucas foram depois desmentidas por ele. Não é conhecido quantos assassinatos ele cometeu, alguns dizem que pelo menos duzentos assassinatos cometidos sozinho, e sessenta cinco por ele e Ottis Toole. Também foi dito que a quantia de Lucas realmente de 7 vítimas (as outras 300 seriam supostos homicídios cometidos por outros assassinos, onde as mortes seriam atribuídas a Lucas). A história real é desconhecida, mas o mais aceito é que ele tenha ultrapassado a marca dos 300.





                                                           Perguntaram a um Sábio:


"O que mais o surpreende na humanidade?"



E ele respondeu:



"Os homens, que perdem a saúde para juntar dinheiro e depois perdem o



dinheiro para recuperar a saúde; por pensarem ansiosamente no futuro,



esquecem o presente, de tal forma que acabam por nem viver no presente



nem no futuro; vivem como se nunca fossem morrer e morrem como se nunca



tivessem vivido..."

  
                                                  Escorpião



Um mestre oriental que viu que um escorpião estava se afogando decidiu tirá-lo da água, mas quando o fez o escorpião o picou. Pela reação de dor, o mestre o soltou e o animal caiu de novo na água e estava se afogando de novo. O mestre tentou tirá-lo novamente e novamente o animal o picou. Alguém que estava observando se aproximou do mestre e lhe disse: " Desculpa-me mas você é teimoso! Não entende que todas as vezes que tentar tirá-lo da água ele irá picá-lo? O mestre respondeu:" A natureza do escorpião é picar, e isto não vai mudar a minha que é ajudar". Então, com a ajuda de uma folha o mestre tirou o escorpião da água e salvou sua vida. Não mude sua natureza se alguém te faz algum mal; apenas tome precauções. Alguns perseguem a felicidade, outros a criam. Tens o presente sempre. Simples, não crês?? " Quando a vida te apresentar mil razões para chorar, mostre-lhe que tens mil e uma razões pelas quais sorrir ".



Pense Nisso!!!