Um fato sempre intrigou biólogos e geólogos na baia de Lituya, no Alaska Ao redor de toda a baia, nas margens, existe uma faixa de vegetação começando da linha dagua composta por arvores jovens e somente muitas dezenas e até centenas de metros acima é que aparecem as arvores velhas.
Os cientistas sempre souberam que as arvores jovens nasceram em decorrência da morte das arvores velhas que ali estavam, mas não sabiam o que havia causado isso.
Um evento geológico colossal elucidou o enigma.
No dia 9 de julho de 1958, um grande terremoto de 8.5 graus na escala richter sacudiu a região da baia de Lituya. Uma grande massa de rocha com volume estimado de 30 milhões de metros cúbicos se desprendeu de uma altura de 900 metros de uma montanha, mergulhando na profunda baia de Lituya. O gigantesco e súbito deslocamento de água produziu uma descomunal onda. Segundos depois, parte da onda atingiu a margem oposta ao deslizamento 1350 metros adiante e quebrou, subindo uma outra montanha e derrubando arvores a inacreditáveis 524 metros de altura. O restante da onda seguiu adiante e arrasou com a baia de Lituya derrubando arvores a até 200 metros de altura.
Os acontecimentos de 1958 mostraram que Tsunamis também podem ser criados por deslocamento de grandes massas de rochas de ilhas vulcânicas e da plataforma continental, o que se um dia ocorrer, será numa escala muito maior e poderá devastar litorais de paises.
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Peste negra é a designação por que ficou conhecida, durante a Baixa Idade
Média, a pandemia de peste bubónica (português europeu) ou bubônica (português brasileiro) que assolou a Europa durante o século XIV e dizimou entre 25 e 75 milhões de pessoas[1][2], sendo que alguns pesquisadores acreditam que o número mais próximo da realidade é de 75 milhões [3], um terço da população da época.
A doença é causada pela bactéria Yersinia pestis[4], transmitida ao ser humano através das pulgas (Xenopsylla cheopis) dos ratos-pretos (Rattus rattus) ou outros roedores. Os surtos de peste bubônica têm origem em determinados focos geográficos onde a bactéria permanece de forma endêmica, como no sopé dos Himalaias e na região dos Grandes Lagos Africanos. As restantes populações de roedores infectados hoje existentes terão sido apenas contaminadas em períodos históricos.
As populações de alguns roedores das pradarias vivem em altíssimos números em enormes conjuntos de galerias subterrâneas que comunicam umas com as outras. O número de indivíduos nestas comunidades permite à peste estabelecer-se porque, com o constante nascimento de crias, há sempre suficiente número de novos hóspedes de forma contínua para a sua manutenção endémica. Naturalmente que as populações de ratos e de humanos nas (pequenas) cidades medievais nunca tiveram a massa crítica contínua de indivíduos susceptíveis para se manterem. Nessas comunidades de homens, a peste infecta todos os indivíduos susceptíveis até só restarem os mortos e os imunes. Só após uma nova geração não imune surgir e se tornar a maioria, pode a peste regressar. Nas comunidades humanas, portanto, a peste ataca em epidemias.
Balanço devastador
Os 10 tremores mais letais da humanidade mataram mais de 2 milhões
1. Shensi, China, 1556 - 830 mil mortos
Na região central da China, a terra tremeu em 23 de janeiro de 1556 para produzir o pior desastre natural de que se tem notícia. O terremoto atingiu oito províncias e arrebentou 98 cidades - algumas delas perderam 60% da população. A maior parte das pessoas morreu soterrada na queda de casas mal construídas
2. Calcutá, Índia, 1737 - 300 mil mortos
Relatos de época indicam que essa catástrofe de 11 de outubro de 1737 tenha sido um terremoto. Mas, como na época não existiam registros 100% confiáveis, alguns especialistas levantam a hipótese de que o estrago foi causado por um ciclone. Além dos mortos, o cataclismo deixou 20 mil barcos à deriva na costa
3. Tangshan, China, 1976 - 250 mil mortos
O tremor de 27 de julho de 1976 sacudiu o nordeste da China. A cidade toda dormia quando o chão mexeu, fazendo cerca de 800 mil feridos. Até hoje, especialistas suspeitam que o número de mortos possa ser muito maior que o divulgado pelo governo. Estima-se que o total de vítimas possa ter chegado a 650 mil
4. Kansu, China, 1920 - 200 mil mortos
Essa região situada no centro-norte do país não sentia um tremor havia 280 anos, mas esse de 16 de dezembro de 1920 botou para quebrar: atingiu uma área de 67 mil km2, arrasando dez cidades. A série de ondulações deformou a área rural e prejudicou uma das principais atividades econômicas da região, a agricultura
5. Kwanto, Japão, 1923 - 143 mil mortos
O megatremor de 1º de setembro de 1923 atingiu as principais cidades do Japão. Só em Tóquio e Yokohama, mais de 60 mil pessoas morreram nos incêndios causados pelo abalo. Logo depois desse terremoto, a profundidade da baía de Sagami, no sul de Tóquio, aumentou mais de 250 metros em alguns pontos
6. Messina, Itália, 1908 - 120 mil mortos
Em 28 de dezembro de 1908, o sul da Itália sofreu com um grande terremoto que devastou as regiões da Sicília e da Calábria. Para complicar ainda mais as coisas, o tremor foi seguido por tsunamis de até 12 metros de altura. A seqüência de enormes paredes de água quebrou na costa do país e amplificou os estragos
7. Chihli, China, 1290 - 100 mil mortos
Quase não há registros sobre esse chacoalhão de 27 de setembro de 1290 - apenas a certeza de que ele foi um dos mais mortais da história. A província de Chihli, que teve seu nome mudado para Hopei em 1928, inclui a cidade de Tangshan e é famosa pelos terremotos, que já teriam vitimado mais de 1 milhão de pessoas
8. Shemakha, Azerbaijão, 1667 - 80 mil mortos
Por estar situada em cima de uma zona sujeita a abalos, essa cidade foi destruída por vários terremotos. O primeiro - e mais mortal - foi esse de novembro de 1667. Depois do susto, a tranqüilidade não durou muito: registros da época indicam que a terra voltou a tremer por lá dois anos depois
9. Lisboa, Portugal, 1755 - 70 mil mortos
Em apenas 3 horas, a capital portuguesa foi atingida por três tremores distintos, que destruíram 85% da cidade. Gigantescas ondas atingiram a região, a água subiu 5 metros acima do nível normal e um incêndio consumiu casas, igrejas, palácios e bibliotecas. A tragédia aconteceu em 1º de novembro de 1755
10. Yungay, Peru, 1970 - 66 mil mortos
Esse terremoto de 31 de maio de 1970 fez desabar um enorme pico de gelo na cordilheira dos Andes. Em poucos minutos, a cidade de Yungay estava debaixo de uma massa de neve e detritos que desceram a encosta a mais de 300 km/h. Para piorar a situação, as inundações subiram o prejuízo para 530 milhões de dólares
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O tsunami que atingiu uma cadeia de ilhas próxima à de Sumatra, na Indonésia, após um terremoto de 7,7 graus na escala Richter ocorrido nesta segunda-feira (25) e que provocou a morte de mais de cem pessoas despertou a lembrança do maior tsunami da história, que ocorreu em 26 de dezembro de 2004 e atingiu 14 países no Oceano Índico.
O total oficial de mortos confirmados ficou em 174.542, mas estimativas que levam em conta relatos de desaparecidos colocam o número de mortos em 193.623. A cifra informal com a qual a maioria das agências de notícias trabalham é de 223 mil mortos, sendo que alguns números calculam em mais de 300 mil.
Relembre em imagens o tsunami de 2004
A diferença nos números ocorre porque nem todos os corpos foram encontrados e em muitas ilhas, especialmente na Indonésia, não se sabia ao certo quantas pessoas viviam. Por isso, não é possível calcular com exatidão quantas morreram.
Os países mais afetados foram Tailândia, Indonésia, Índia e Sri Lanka. O tsunami foi gerado por um terremoto cuja intensidade chegou a 9,3 graus, um dos maiores já registrados.
O abalo ocorreu a 10 km abaixo do nível do mar, a oeste da ilha de Sumatra, na Indonésia, no começo da manhã (7h58 locais). Ao tremor seguiu-se a formação de uma série de ondas de mais de dez metros de altura que varreram cidades costeiras
o que foi a gripe espanhola em 1918
Category: doenças • vírus
Pandemia de gripe de 1918
Por: Juliana Rocha
Transporte de soldados mortos na França. NMHM/US.
Abrigados em trincheiras, os soldados enfrentavam, além de um inimigo sem rosto, chuvas, lama, piolhos e ratos. Eram vitimados por doenças como a tifo e a febre quintana, quando não caíam mortos por tiros e gases venenosos.
Parece bem ruim, não é mesmo? Era. Mas a situação naquela Europa transformada em campo de batalha da Primeira Grande Guerra Mundial pioraria ainda mais em 1918. Tropas inteiras griparam-se, mas as dores de cabeça, a febre e a falta de ar eram muito graves e, em poucos dias, o doente morria incapaz de respirar e com o pulmões cheios de líquido.
Em carta descoberta e publicada no British Medical Journal quase 60 anos depois da pandemia de 1918-1919, um médico norte-americano diz que a doença começa como o tipo comum de gripe, mas os doentes “desenvolvem rapidamente o tipo mais viscoso de pneumonia jamais visto. Duas horas após darem entrada [no hospital], têm manchas castanho-avermelhadas nas maçãs do rosto e algumas horas mais tarde pode-se começar a ver a cianose estendendo-se por toda a face a partir das orelhas, até que se torna difícil distinguir o homem negro do branco. A morte chega em poucas horas e acontece simplesmente como uma falta de ar, até que morrem sufocados. É horrível. Pode-se ficar olhando um, dois ou 20 homens morrerem, mas ver esses pobres-diabos sendo abatidos como moscas deixa qualquer um exasperado”.
Enfermaria com gripados em Luxemburgo. NMHM/US.
A gripe espanhola – como ficou conhecida devido ao grande número de mortos na Espanha – apareceu em duas ondas diferentes durante 1918. Na primeira, em fevereiro, embora bastante contagiosa, era uma doença branda não causando mais que três dias de febre e mal-estar. Já na segunda, em agosto, tornou-se mortal.
Enquanto a primeira onda de gripe atingiu especialmente os Estados Unidos e a Europa, a segunda devastou o mundo inteiro: também caíram doentes as populações da Índia, Sudeste Asiático, Japão, China e Américas Central e do Sul.
O mal chega ao Brasil
No Brasil, a epidemia chegou ao final de setembro de 1918: marinheiros que prestaram serviço militar em Dakar, na costa atlântica da África, desembarcaram doentes no porto de Recife. Em pouco mais de duas semanas, surgiram casos de gripe em outras cidades do Nordeste, em São Paulo e no Rio de Janeiro, que era então a capital do país.
Morto pela gripe. Rio de Janeiro. Clube de Engenharia.
As autoridades brasileiras ouviram com descaso as notícias vindas de Portugal sobre os sofrimentos provocados pela pandemia de gripe na Europa. Acreditava-se que o oceano impediria a chegada do mal ao país. Mas, com tropas em trânsito por conta da guerra, essa aposta se revelou rapidamente um engano.
Tinha-se medo de sair à rua. Em São Paulo, especialmente, quem tinha condições deixou a cidade, refugiando-se no interior, onde a gripe não tinha aparecido. Diante do desconhecimento de medidas terapêuticas para evitar o contágio ou curar os doentes, as autoridades aconselhavam apenas que se evitasse as aglomerações.
Nos jornais multiplicavam-se receitas: cartas enviadas por leitores recomendavam pitadas de tabaco e queima de alfazema ou incenso para evitar o contágio e desinfetar o ar. Com o avanço da pandemia, sal de quinino, remédio usado no tratamento da malária e muito popular na época, passou a ser distribuído à população, mesmo sem qualquer comprovação científica de sua eficiência contra o vírus da gripe.
Clube de Engenharia.
Imagine a avenida Rio Branco ou a avenida Paulista sem congestionamentos ou pessoas caminhando pelas calçadas. Pense nos jogos de futebol. Mas, ao invés de estádios cheios, imagine os jogadores exibindo suas habilidades em campo para arquibancadas vazias. Pois, durante a pandemia de 1918, as cidades ficaram exatamente assim: bancos, repartições públicas, teatros, bares e tantos outros estabelecimentos fecharam as portas ou por falta de funcionários ou por falta de clientes.
Pedro Nava, historiador que presenciou os acontecimentos no Rio de Janeiro em 1918, escreve que “aterrava a velocidade do contágio e o número de pessoas que estavam sendo acometidas. Nenhuma de nossas calamidades chegara aos pés da moléstia reinante: o terrível não era o número de casualidades - mas não haver quem fabricasse caixões, quem os levasse ao cemitério, quem abrisse covas e enterrasse os mortos. O espantoso já não era a quantidade de doentes, mas o fato de estarem quase todos doentes, a impossibilidade de ajudar, tratar, transportar comida, vender gêneros, aviar receitas, exercer, em suma, os misteres indispensáveis à vida coletiva”.
Durante a pandemia de 1918, Carlos Chagas assumiu a direção do Instituto Oswaldo Cruz, reestruturando sua organização administrativa e de pesquisa. A convite do então presidente da república, Venceslau Brás, Chagas liderou ainda a campanha para combater a gripe espanhola, implementando cinco hospitais emergenciais e 27 postos de atendimento à população em diferentes pontos do Rio de Janeiro.
Estima-se que entre outubro e dezembro de 1918, período oficialmente reconhecido como pandêmico, 65% da população adoeceu. Só no Rio de Janeiro, foram registradas 14.348 mortes. Em São Paulo, outras 2.000 pessoas morreram.
O terrível destino de Pompéia
Era 1 hora da tarde de 24 de agosto do ano 79, um dia como qualquer outro em Pompéia, importante cidade romana, na baía de Nápoles. O mercado fervilhava de gente. Os camponeses trabalhavam nas plantações. Ao fundo, uma grande montanha, coberta de pinheiros. De repente, aquela montanha bucólica, o Vesúvio, emitiu um estrondo ensurdecedor. Uma coluna de cinza quente se elevou a 20 quilômetros de altura. Uma tempestade de lava, cinza e pedra-pomes (rocha vulcânica espumosa) desabou sobre Pompéia e a vizinha cidade de Herculano, soterrando tudo. Quem tentou fugir, foi alcançado nas estradas pelo bombardeio de pedras incandescentes. Quem correu para dentro de casa, morreu sufocado pelas cinzas. No dia seguinte, aconteceu uma nova erupção, ainda mais violenta. Ao final, Pompéia e Herculano haviam desaparecido, cobertas por seis metros de lava e cinzas.
A tragédia foi rapidamente esquecida e Pompéia ficou 1 700 anos debaixo da terra. Somente em 1748, quando o arquiteto italiano Domenico Fontana quis construir um aqueduto em Nápoles, é que foram descobertas as ruínas. Hoje a cidade desenterrada é uma das principais atrações turísticas da Itália. O Vesúvio dorme, mas os vulcanólogos estão preocupados com ele. A partir de análises das erupções anteriores, eles acreditam que o vulcão, quando despertar, poderá destruir uma área onde vive 1,5 milhão de habitantes
Erupções históricas
Os vulcões já mataram mais de 250 000 pessoas desde o início do século passado. As erupções mais importantes foram as seguintes:
1815: Tambora (Indonésia).
Foi a maior erupção registrada pela História. O barulho se fez ouvir a 1 600 quilômetros de distância e os detritos lançados na atmosfera reduziram a temperatura no mundo inteiro. Dez mil pessoas morreram na hora e outras 82 000 nas semanas seguintes, de fome.
1883: Krakatoa (Indonésia).
Uma ilha inteira desapareceu com a explosão, seguida por nove ondas gigantescas (tsunamis), que devastaram 300 cidades e aldeias, causando 36 000 mortes. Em 1941, um novo vulcão se formou na antiga cratera: o Anak-Krakatoa, que em javanês quer dizer “o filho do Krakatoa”.
1902: Pelée (Martinica).
O vulcão destruiu Saint-Pierre, a capital, matando todos os seus 29 000 habitantes com exceção de dois, que sobreviveram (veja texto na página 45).
1912: Katmai (Alasca).
A maior erupção do século XX quase não causou vítimas, por ter ocorrido numa região deserta. O vulcão, que tinha 2 300 metros de altura, ficou reduzido a uma caldeira no nível do chão, com 5 quilômetros de diâmetro.
1914: Sakurajima (Japão).
A quantidade de lava foi tão grande que ligou a ilha onde está situado o vulcão à parte principal do território japonês, formando uma península. Uma série de terremotos alertou para a iminente explosão. Assim, os 20 000 habitantes puderam ser retirados a tempo.
1931: Meruti (Indonésia).
Uma avalanche de lama sepultou 104 aldeias, matando 5 110 pessoas.
1951: Lamington (Nova Guiné).
A nuvem de poeira gerada pela explosão atingiu 12 quilômetros de altura, enquanto uma maré de lava devastava uma área de 230 quilômetros quadrados. Mortos: 3 000.
1977: Nyiragongo (Zaire, atual Congo).
A lava fluida ficou borbulhando na cratera durante décadas, até que, de repente, se abriu uma fissura no vulcão. A avalanche de lava provocou 1 200 mortes.
1980: Saint Helens (EUA).
A explosão já era prevista pelos sismólogos, mas ninguém imaginava que fosse tão violenta. Todo o cume da montanha desapareceu. Foram devastados 500 quilômetros quadrados de florestas, matando 500 veados, 1 500 alces e 200 ursos, além de 60 pessoas.
1982: El Chichón (México).
Três explosões sucessivas lançaram 500 milhões de toneladas de cinzas na atmosfera e provocaram 3 500 mortes.
1985: Nevado del Ruiz (Colômbia).
O calor da erupção derreteu as neves no cume do vulcão, provocando uma avalanche que matou 23 000 pessoas (veja texto na página 42).
1986: Lago Nios (Camarões).
A erupção se limitou à descarga de um gás altamente venenoso, que causou 1 500 mortes.
A cebola global
Conheça as camadas que compõem a Terra
A Terra é formada por camadas, como uma cebola. O núcleo, sólido, fica a 6 000 quilômetros da superfície. Lá, a temperatura é de 6 600 graus Celsius. Acima dele vem o manto, que se divide numa parte superior e outra inferior e ocupa 85% do volume total. A espessura da crosta, onde vivemos, varia de 5 quilômetros, no fundo dos oceanos, a 64 quilômetros, ao pé das cordilheiras.
Como se forma a lava
A lava que sai pela cratera de um vulcão se origina de um reservatório de magma, ou rocha derretida, nas profundezas da Terra. Em certas circunstâncias, enormes bolhas de magma se desprendem do manto e sobem para a crosta, derretendo mais rochas pelo caminho. Na maioria das vezes, esse magma esfria e estaciona antes de chegar à superfície, formando blocos de pedra. Quando o magma é especialmente quente, ou forte o bastante para abrir caminho até a superfície, nasce um vulcão. O magma, então, passa a ser chamado de lava.

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